O facebook é uma forma que arranjaram de darem indirectas a pessoas que não conseguem dizer pessoalmente.
O facebook é uma forma que arranjaram de darem indirectas a pessoas que não conseguem dizer pessoalmente.
As homenagens depois de partirem.
Os obrigados depois de não haver cara-a-cara.
O comprar discos depois do artista nos deixar.
O esgotar os livros quando quem os escreveu não está cá para saborear o êxito.
A saudade só depois do adeus.
A lágrima que não conheceu um sorriso.
O ser-se sempre bom apenas no depois.
O depois ganhar mais importância que o antes e o agora.
Ainda não consegui entender o porquê mas esta música pára-me por fora e mexe por dentro.
Eu - OK se fores comprar gelados, não te esqueças compra um para mim, mas que não seja de morango sff.
Ele - Porquê? Não gostas de morango?!?!
Eu - Adoro! Não gosto é de gelados de morango…
Ele - Eh pah esquisita.
Realmente assim visto deste ponto uma pessoa tem cada mania... serei a única?
Eu fui feita para isto. Para sol e calor logo pela manhã. Para céu azul e limpo. Eu fui feita para ser feliz assim. E pode ser só hoje, mas acordei com um sorriso e boa disposição de todo o tamanho. Bom dia a todos*
Quem ainda não sorri com a So_riso Maria no facebook e espalha so_risos?? Quem se acusa?!
Há relações que duram tão bem menos e em que quando terminam parece que o Mundo vai acabar. Sinceramente deixei de acreditar. Depois de uma relação acabar, deixa sequelas, é difícil, não passa ao lado, e não há borracha que apague nada, mas se tivermos força de vontade para que o dia de amanhã sem a dita relação seja melhor que o de hoje efectivamente será. Há que ter consciência, força e amor-próprio.
Aqui estou a englobar todos os tipos de relações, mas a que quero mesmo falar é da relação entre nós, seres humanos, e os vícios. Esses quase sempre negativos que nos tiram um espaço e nos fazem manter compromissos ainda que nem sempre assumidos. O meu orgulho pelo fim da minha relação com o cigarro está aqui mas… A minha luta continua…
6 meses! Clap, Clap, Clap
[ Foto - Sapo Fama ]
Eu sou do tempo em que a Playboy era de mulheres nuas ponto. Sou do tempo do meu irmão esconder as revistas da Playboy, mulheres integralmente nuas, debaixo da cama. Sou do tempo em que a Playboy era a revista masculina com fotos mais "agressivas" e reveladoras do corpo de uma mulher. A Playboy era guardada na gaveta da mesinha da cabeceira, debaixo da cama, no fundo do armário, numa caixa de coleccionadores fechada a sete chaves ou até debaixo do tapete do carro. Sim tenho amigos homens e sou do tempo em que eles assim o faziam. Depois de muitas vezes, ao Domingo, sentar-me num comum café da terrinha e a meio da tarde ter escarrapachada a revista Jota para quem quiser ver, tenho cá para mim que a Playboy deste mês com a Rita Pereira pode perfeitamente acompanhar o café da manhã de uma qualquer família portuguesa que ninguém se vai engasgar. As fotos estão bonitas, sensuais dignas de uma qualquer revista masculina, mas aquém do que se espera da Playboy, que sempre foi de mulheres nuas (esquecendo eu que já houve uma com a cara do Ricardo Araújo Pereira mas que não vale a pena ir por aí...) ponto.
A estratégia de marketing de certo hipermercado está de parabéns. Portugal parou para falar dele mesmo. Portugal parou de pensar na crise e por um momento toda a gente teve no mínimo 100,00€ no bolso para gastar. Pelo menos que tenham sido inteligentes como os do gabinete de Marketing e que o tenham feito com bens essenciais, não, só para encher o saco...